sábado, 27 de outubro de 2012

Queixo-me as rosas, mas que bobagem...

Cartola




Mais que um cantor, a Cartola o título merecido de maior sambista do Brasil.

Envolvido num contexto boêmio vivido no morro da Mangueira por volta dos anos 20, Cartola foi um dos fundadores indiretos da Estação Primeira de Mangueira, cujo escola de Samba é uma das mais premiadas nos carnavais do Rio de Janeiro.

Cartola nasceu em uma família de músicos e logo cedo aprendeu a tocar violino e violão. Como não poderia ser diferente, o cantor se tornou um dos mais belos compositores da música popular brasileira. Seus sambas boêmios, feitos para serem ouvidos em bares pela juventude da zona sul do Rio de Janeiro , ultrapassaram décadas, conseguindo se renovar até os dias de hoje, depois de ter se passado quase cem anos.

Desaparecimento

Depois de ter feito sambas, amigos sambistas na Mangueira e ter ganhado força no cenário musical do País, Cartola acabou desaparecendo da mídia. O motivo foi a morte de sua esposa Deolinda, e também de uma suposta doença que o cantor poderia ter contraído.

A volta do boêmio

Mas o samba ainda não merecia perder seu maior mestre, por isso em 1956 o jornalista Sérgio Porto desvendou o mistério e encontrou Cartola trabalhando como lavador de carros em Ipanema. O repórter foi essencial nessa volta do cantor, que logo decidiu compor novos sambas e se apresentar nos programas de rádio da época.

Com os anos mais avançados, Cartola se torna mais reconhecido pelo público e por cantores da época. Em 74, o cantor gravou seu primeiro disco solo, e tendo nele as músicas As Rosas Não Falam", "O Mundo é um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço", "Alvorada" e "Alegria", o resultado não poderia ser diferente, A MÚSICA BRASILEIRA ACABAVA DE REENCONTRAR UM DE SEUS MELHORES INTÉRPRETES.

Cartola 
(Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980)

O mundo é um moinho

As rosas não falam

A sorrir


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Se um dia eu pudesse ver...

Capital Inicial


Há exatamente 30 anos nascia o que viria a ser  um dos maiores sucessos do rock nacional. Capital Inicial, formada por Dinho Ouro Preto, Flávio Lemos, Fé Lemos e Yves Passarell, faz parte do cenário musical brasileiro influenciado por um estilo punk rock. .

O primeiro disco do conjunto, intitulado de Leve desespero, surgiu em 1985. No ano seguinte, a banda estorou com as canções Fátima e Música urbana. Ainda em 86, a Polícia Federal censurou a música Veraneio Vascaína, sem explicar a razão do impedimento.

Para consagrar a banda, em 1987 foi lançado o vinil independência, considerado um dos maiores trabalhos do Capital. Até a década de 90 a banda conseguiu alcançar boas vendas e sucesso, mas depois desse ano o marasmo invadiu o conjunto formado pelos roqueiros.

Entre autos e baixos, e já com um fim pré-anunciado, a banda decide lançar Capital Inicial acústico MTV. O disco reergueu a banda, que de volta, se aproximou da grande mídia.

Sempre se reiventando e com muito tempo de estrada, Capital Inical tem sucessos como: À sua maneira, Atrás dos olhos, Chuva, Rosas e vinho tinto, Primeiros erros, entre outras.

A música mais tocada da banda nunca deixou de ser Primeiros erros: "Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro, não iria parar de chover os primeiros erros..."
Primeiros erros
À sua maneira
Depois da meia noite

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Por entre bailes da vida, eis que surge Roupa Nova

Em homenagem as três fãs lindas da banda: Débora (Bia), Carol Rosalvo e Mari Fabrício




ROUPA NOVA - A GERAÇÃO ROMÂNTICA

Na década de 70, grupos de músicos encantavam as casas noturnas com seus tradicionais bailes românticos. Em alguns desses eventos, os atuais integrantes do roupa nova, e já músicos na época, acabaram se conhecendo, e decidiram, no final da década, formar a banda OS FAMKS.

O conjunto continuou a tocar nos bailes da vida, mas resolveram que para conseguir mais sucesso, eles deveriam mudar algumas coisas na banda, a começar pelo nome que passou de OS FAMKS, para Roupa Nova.

A própria nomeação Roupa Nova simboliza a mudança de um grupo que já estava na estrada, mas que precisava de inovações.

Para marcar o novo período, a banda gravou em 1981 seu primeiro LP. Do disco, logo duas canções fizeram com que a banda se consagrasse. Canção de Verão se tornou o hino da mesma estação em 80, além da música Sapato Velho, a preferida até hoje do grupo.

Desde então, Roupa Nova se tornou um fenômeno que canta para os casais apaixonados até a atualidade.

Com um pouco mais de 30 anos, a banda tem sucessos como: A cor do dinheiro, A flor da pele, Coração Pirata, Linda, A viagem, Agora sim, Amar é, Amor em silêncio, Whisky a gogo, Cristina, De volta ao começo, Do outro lado da calçada, Reacender, Lembranças, Meu universo é você, Volta pra mim, Um sonho a dois, entre tantas outras.

Deixo aqui as minhas preferidas!!!
A viagem 

Amar é 

Agora sim




domingo, 21 de outubro de 2012

Esse cara sou eu - Roberto Carlos



A novela global Salve Jorge começa nesta segunda-feira (22), e com ela um novo sucesso também entra na casa de todos os brasileiros. A nova e demorada música de Roberto Carlos enfim surgiu. 

Esse cara sou eu marca um novo período na vida do Rei, que há muito tempo não lançava uma nova música. Sendo a última Amigo arraste uma cadeira, com a parceria de Chitãozinho e Xororó.

Roberto é um cantor universal, é um dos poucos artistas que canta para dezenas de tribos. Seus sucessos são para caminhoneiros, gordinhas, mulheres de 40, morenas, loiras, traídos...E assim, segue uma carreira de 52 anos, que não vai parar tão cedo. 

E como um presente nunca vem só, Roberto também promete, para a nova novela, a música furdúncio caracterizada por ser um funk melody. 

Curiosidadeee!!!!

Então Salve Roberto, aliás Salve Jorge!!!

Esse cara sou eu


O cara que pensa em você toda hora
Que conta os segundos se você demora
Que está todo tempo querendo te ver
Porque já não sabe ficar sem você
E no meio da noite te chama
Pra dizer que te ama
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu...

No bar, todo mundo é igual



Mais um post para falar das nossas majestades. O rei do brega, Reginaldo Rossi, é sem dúvida um dos mais tocados nos dias de domingo.

Mas o brega nem sempre foi o forte do cantor recifense, que começou sua carreira em 1964 como uma das estrelas da Jovem Guarda e sob a influência dos Beatles.

Seguindo a linha "iêiê" do Rei Roberto Carlos, Reginaldo foi o primeiro cantor do nordeste do Brasil a cantar rock. Foi nesse período que ele comandava o grupo The Silver Jets.

Na atualidade, o rei do brega tem carreira solo e milhares de fãs. Reginaldo faz cerca de 25 shows por mês, espalhando pelo Brasil as músicas que marcaram uma época.

Selecionei as mais tocadas e as que eu amo... Curtam!!!

 Raposa e as uvas


Garçom

Leviana